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Acompanhe as últimas notícias, análises e propostas do Bloco Democrático de Angola

BLOCO DEMOCRÁTICO EXIGE QUE AS ENTIDADES COMPETENTES DEVEM REALIZAR UMA PROFUNDA INVESTIGAÇÃO SOBRE O ASSASSINATO DO PROFESSOR DOUTOR LAURINDO VIEIRA

SOBRE BÁRBARO ASSASSINATO DO PROFESSOR LAURINDO VIEIRA

Foi com grande consternação e imensa preocupação que o Bloco democrático tomou conhecimento do bárbaro assassinato de que foi alvo o professor Laurindo Vieira, Reitor Universitário e membro do Comité Central do MPLA.

O Bloco Democrático endereça a família enlutada as suas mais sentidas condolências.

O Bloco Democrático exige que as entidades competentes devem realizar uma profunda investigação sobre o infausto acontecimento e explicar as razões e as circunstâncias do assassinato do Professor Doutor Laurindo Vieira, um cidadão que se estava a destacar pelas suas intervenções públicas nos últimos tempos.

O Bloco Democrático pontualiza que mortes brutais dessa natureza criam ondas de choque na sociedade, multiplicando nos cidadãos e na comunidade um sentimento de indefesa de “estamos todos à mercê de corporações bandidescas” e acentua a descrença na capacidade de segurança pública no país.  O sentimento de insegurança, nesse caso, abarca à esfera da intervenção cidadã, acentuando o medo dos angolanos participarem no espaço público.

Por isto, o Bloco democrático para evitar este clima de crispação, que se pode traduzir num retrocesso na luta por ideias e posturas democráticas, advoga que a investigação deve ser conclusiva e convincente, com explicação clara e compreensível para todas as camadas sociais. A omissão, como se tem passado com inúmeros casos idênticos, ou a manipulação dos factos e também a impunidade dos verdadeiros autores materiais e morais, será um estímulo para o crime organizado em Angola, ampliando o caos que já é notório em várias esferas nacionais.

O Bloco Democrático apela às organizações de direitos humanos que exijam a sua participação nas investigações para apuramento de responsabilidades.

O Bloco Democrático apela aos cidadãos a não se deixarem intimidar por esse clima de terror e façam causa comum com o BD para que a verdade seja apurada e justiça seja feita: crime e castigo.

O Bloco Democrático reitera a sua solidariedade com a família enlutada.

BD – LIBERDADE, MODERNIDADE, CIDADANIA

Luanda, 17 de Janeiro 2024

A Comissão Política Permanente do BD

Vª ASSEMBLEIA PROVINCIAL DE LUANDA

O Bloco Democrático, realizou em 23 de dezembro de 2023, na 5ª Assembleia Provincial de Luanda, sob lema “DINAMIZAR PARA CRESCER”

No Sábado, 23 de Dezembro de 2023, o Partido, realizou a 5ª Assembleia Provincial de Luanda, no espaço Mangala Eventos, no distrito Urbano do projeto Nova Vida onde foi eleito o Presidente do Conselho Provincial; Secretário Provincial e Presidente da Comissão de Jurisdição e Fiscalização.

O ato decorreu num clima de democracia plena com um universo de 114 delegados de listas que votaram democraticamente em seus candidatos.

O ato foi conduzido pela Comissão Eleitoral Independente que no final do processo eleitoral divulgou os seguintes resultados:

  • 1. Presidente do Conselho Provincial, o companheiro
  • , com 82 votos a favor (93%), e 6 votos em branco (7%);
  • 2. Presidente da Comissão de Jurisdição e Fiscalização, o companheiro, com 84 votos a favor (95%) e 4 votos em branco (5%);
  • 3. Secretário Provincial, o companheiro, com 82 votos a favor (93%), e 6 votos em branco (7%).

Estiveram convidou os membros da Direcção Nacional do Bloco, nomeadamente o Conselho Nacional, o Secretariado Nacional e a Comissão Nacional de Jurisdição e Fiscalização representados pelo seu Presidente e o deputado à Assembleia Nacional Olívio Nkilumbu do grupo parlamentar da UNITA/FPU.

BLOCO DEMOCRÁTICO VISITA JORNAL O PAÍS

O Presidente do Bloco Democrático, Filomeno Vieira Lopes visitou nesta terça-feira, 24, a redacção do Jornal O País, no Talatona, em Luanda. A visita enquadra-se num Programa de Auscultação à Imprensa.

A visita visa desenvolver uma visão e percepção real das condições técnicas, materiais, sociais e espirituais dos jornalistas nos seus Órgãos de Comunicação Social Pública.

“É necessário ouvirmos a situação real dos jornalistas dos órgãos públicos porque entendemos que são parte importante da construção e solidificação da Democracia em Angola. E a nossa chegada aqui é para discutir as relações com os jornalistas”, referiu Filomeno Vieira Lopes, Presidente do BD e um dos líderes da Frente Patriótica Unida.

O encontro entre as lideranças das duas instituições serviram para o Bloco Democrático elevar o conhecimento do prazo do jornal e todas as dificuldades que os 30 jornalistas enfrentam nas suas várias editorias de Sociedade, Política, Economia, Cultura, Desporto, Fotografia e uma equipe dedicada ao suporte do Online nas províncias de Luanda, Benguela, Cabinda e Huíla.

Da parte do Jornal foram Dani Costa (Coordenador), Paulo Sérgio (Chefe de Redacção), Jorge Fernandes (Editor de Política), Romão Brandão (Editor de Sociedade) e outros profissionais devidamente prestativos.

A comitiva do Bloco Democrático esteve encabeçada pelo seu Presidente, Dr. Filomeno Vieira Lopes, o Secretário-Geral, Dr. Muata Sebastião, o Secretário Nacional de Informação e Comunicação, Germano Candimba e outros membros.

Declaração da Cimeira dos Povos da SADC

Organizações da Sociedade Civil Angolana membros da plataforma TCHOTA acolheram diversos movimentos sociais da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral durante a Cimeira dos Povos em Luanda, realizada entre os dias  16 18 de Agosto sob o lema ‘Justiça, Participação Significativa e Inclusão’.

 Reunidos de comum acordo, os participantes à Cimeira de Luanda entendem:

  • Desafiar as narrativas e discursos dominantes e discutiram os direitos, as experiências e aspirações dos mais afectados pela dominação neoliberal e marginalização na região;
  • Comprometer-se uma vez mais com a inclusão de todas as mulheres, homens e crianças da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, nas decisões tomadas pelos Estados membros, através da solidariedade e acção colectiva para uma comunidade mais justa, pacífica e próspera para todas e todos;
  • Envolver e influenciar colectivamente os Chefes de Estado e de Governo da SADC no sentio de  promoverem e apoiarem as aspirações e esperanças articuladas dos grupos pobres e marginalizados da região.

Num momento de grandes promessas e incertezas globais, como representantes das Organizações da Sociedade Civil partilhamos com os Chefes de Estado e de Governo,  as nossas reflexões, preocupações e recomendações sobre as condições prevalecentes que afectam os homens, as mulheres e crianças da Região, num momento de grande promessa e incerteza global.

1. JUSTIÇA CLIMÁTICA.

Aumentar o alarme sobre os impactos desproporcionais da crise climática nas pessoas mais vulneráveis da Região, como exemplificado pelo Ciclone Freddy, que matou mais de 600 pessoas no Malawi e deslocou mais de mil outras. Notamos que as acções humanas, como a exploração de recursos naturais e os processos de industrialização dependentes de combustíveis fósseis, exacerbam as mudanças climáticas na região, resultando em secas cíclicas cada vez mais intensas, ciclones, na escassez de água, em conflitos relacionados ao clima e no deslocamento em massa de migrantes climáticos.

  • Exigimos a integração das questões das mudanças climáticas nas políticas públicas que devem ser mais inclusivas;
  • Exigimos maior investimento na adaptação climática e investimento no capital humano à luz da ética para a sustentabilidade e da justiça intra e intergeracional;
  • Exortamos que se tenha em consideração todos os riscos climáticos na tomada de decisão e nos instrumentos de governança, com atenção especial aos grupos mais vulneráveis, como os sem-terra, comunidades afectadas pela indústria extrativa mineira, pastores, pequenos agricultores, pescadores e outros grupos cujos meios de subsistência dependem directamente dos recursos naturais existentes e outros a serem explorados;
  • Apelamos a uma maior inclusão das comunidades na exploração dos recursos naturais e maior apoio financeiro para que as elas possam contribuir de forma sustentável para o alcance das contribuições determinadas nacionalmente (NDC).

2. TRANSFORMAÇÃO DE CONFLITO

Moçambique e o conflito no leste da RDC continuam e exigem uma agenda cada vez mais concertada entre os membros da SADC. As medidas de contenção de conflitos devem considerar o impacto do militarismo na vida das comunidades nas zonas de conflito.

Exigimos respostas urgentes para a protecção das vítimas e a garantia tangíveis dos direitos humanos e humanitários das populações impactadas assim como exigimos uma maior transparência e coerência em relação às reais causas desses conflitos resultantes da exploração dos recursos.

A região Austral é considerada uma das regiões com maior estabilidade, no entanto, estes conflitos e a crescente militarização de grupos insurgentes bem como o fenómeno do terrorismo que afecta Moçambique, devem ser uma preocupação constante para  garantir uma paz efectiva e estabilidade nas áreas afectadas.

3. JUSTIÇA ECONÓMICA

Reiterando as nossas preocupações compartilhadas sobre os impactos negativos das políticas económicas neoliberais em todos os países da Comunidade de Desenvolvimento da Região, enunciadas por medidas de austeridade injustas, o excesso de impostos, o alto endividamento e a capacidade reduzida dos Estados de fornecer bens e serviços públicos adequados às mulheres, crianças e homens vulneráveis na região.

  • Apelamos a um crescimento económico centrado nas pessoas e na distribuição justa dos recursos para modernizar as cadeias de valor locais,  promover a agregação de valor através da competitividade e diversificação de produtos tendo como alcance a  promoção dum comércio livre e justo entre os países da comunidade;
  • Instamos os líderes dos estados membros da SADC a comprometerem-se com a remoção das barreiras não tarifárias e com a implementação rápida do regime comercial simplificado;
  • Apelamos aos líderes dos Estados Membros da  SADC a investir e melhorar as estratégias de empoderamento económico das mulheres, apoiando deste modo participação de mulheres empresárias nas cadeias de valor regionais seleccionadas e facilitando de” facto e de jure” a sua inclusão financeira.
  • Nos termos da justiça social e económica, os líderes dos Estados membros da SADC devem facilitar a inclusão do sector informal,  dos pequenos agricultores, pequenos comerciantes, mineiros artesanais, garimpeiros e comerciantes transfronteiriços materializando assim os acordos comerciais regionais e pan-africanos sobre zona de livre comércio já ratificados, incluindo o Acordo de Livre Comércio Continente Africano  e outros por ratificar no futuro;
  • Instamos as lideranças dos estados membros da SADC a endossar e apoiar o apelo para uma Convenção Tributária das Nações Unidas juridicamente vinculativa bem como  a imposição de receitas redistributivas e impostos sobre a riqueza para atender às necessidades de recursos dos grupos pobres e marginalizados em todos os países da região;
  • Exigimos o fortalecimento dos esforços regionais para reduzir a dependência da dívida por meio de mecanismos de financiamento regional por via de processos transparentes e responsáveis de gestão da dívida assim  como exigimos um apelo colectivo da África Austral por mecanismos de resolução da dívida global juridicamente vinculativos.

4. JUSTIÇA DE GÉNERO E DIREITOS DAS MULHERES

Considerando que em Angola, em particular e não só,  as mulheres continuam enfrentando a informalidade e a pobreza extrema, mesmo com todos os tratados internacionais como o Protocolo de Maputo e os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

  • As desigualdades de género devem ser discutidas considerando questões de classe social. Deste modo, o empoderamento deve ser entendido como um processo colectivo que acolhe as diferenças entre mulheres e meninas de diferentes contextos. Logo, torna-se urgente melhorar e garantir efectivamente um orçamento geral sensível ao género, focado em políticas económicas que empoderem financeiramente as mulheres e não só;
  • Exigimos políticas públicas que reduzam as desigualdades entre homens e mulheres, lembrando que é função do Estado aprimorar e monitorar os programas para que produzam resultados reais na vida das mulheres e meninas de todos os países da comunidade;
  • Exortar os líderes da SADC a promover e facilitar a inclusão das mulheres nos espaços de tomada de decisão, não apenas através da integração simbólica do género, mas também e sobretudo, no cumprimento dos compromissos reais e impactantes na luta contra as desigualdades de género.

5. DIREITOS HUMANOS, GOVERNANÇA E DEMOCRACIA

Preocupados com o crescente autoritarismo, a redução do espaço cívico e o militarismo nos países da região:

  • Imploramos à todos os Estados Membros da SADC para que defendam as democracias abertas fundadas no constitucionalismo. O silêncio sobre questões políticas internas pode exacerbar os desafios económicos, levando à migração económica. Defendemos o reconhecimento do vínculo fundamental entre estabilidade política e prosperidade económica, através da criação de  condições de vida sustentáveis para todos e todas.

Zimbábue.

Tendo em mente as próximas Eleições Harmonizadas no Zimbábue num ambiente eleitoral falho presidido por um órgão de gestão eleitoral partidário que propicia um acesso desigual à mídia, gerrymandering, leis draconianas, judiciário capturado e repressão contínua das vozes dissidentes e dos oponentes políticos

•  Alertamos para a possibilidade iminente de uma eleição disputada sem garantia de                                       transferência pacífica de poder;

  • Exortamos os líderes dos estados membros a reconhecer a crise de governação no Zimbabwe assim como exigimos uma intervenção significativa que assegure uma eleição pacífica, credível, livre e justa, obrigando desta forma o Governo do Zimbabwe a aderir estritamente aos princípios e orientações que regem as eleições; pertinentes para a obtenção de condições mínimas para um
  • Outrossim, instamos os chefes de estados membros a obrigar o órgão de gestão eleitoral no Zimbábue a divulgar imediatamente as listas dos eleitores de acordo com a constituição do país.

Eswatini

Envergonhados pelo fracasso contínuo dos líderes dos estados membros da SADC que não  tomam medidas decisivas para resolver a crise de governança no país, apesar das inúmeras missões de averiguação e do compromisso de facilitar um processo de diálogo nacional liderado pela SADC em Eswatini solidários com as massas reprimidas de Eswatini pedimos:

  • A libertação imediata dos prisioneiros de consciência
  • A revogação da extinção dos partidos políticos;
  • A revogação de todas as leis repressivas, incluindo a Lei de Sedição e Actividades Subversivas de 1938 (SSA) e a Lei de Supressão de Terrorismo de 2008;
  • A implementação de um processo de diálogo nacional inclusivo conduzido pela SADC com vista ao aprovação de uma constituição democrática que viabilizem a realização de eleições livres e justas sob uma dispensa multipartidária;
  • A SADC conduza uma investigação imparcial sobre o cruel assassinato de Thulani Maseko e advogue uma justiça para as vítimas da repressão política no Reino de Eswatini

6. MIGRAÇÃO E Apatridia.

No reconhecimento

  1. das obrigações dos Estados sob várias convenções e tratados internacionais e regionais para proteger a dignidade e os direitos de todas as pessoas, incluindo seus direitos contra tratamento cruel, desumano e degradante e privação arbitrária de liberdade
  2. dos compromissos assumidos por Estados da SADC, incluindo o “Migration for Southern African Dialogue (Diálogo sobre Migração na África Austral), recomendamos:
  3. A harmonização e aplicação doméstica de todas as leis, normas e padrões internacionais e regionais aplicáveis aos direitos das pessoas documentadas, incluindo apátridas e migrantes;
  4. Assegurar que as pessoas detidas com base na sua situação documental sejam tratadas com humanidade e, queindependentemente da sua situação migratória, nacionalidade, género, etnia, raça ou outras, recebam toda a protecção legal aplicável, de acordo com o direito internacional, e demais normas e padrões aplicáveis;
  5. A implementação de mecanismos contra a detenção de pessoas indocumentadas, incluindo mecanismos para alternativas não privativas de liberdade à detenção.

7. GOVERNANÇA DOS RECURSOS NATURAIS

Observando que numerosas comunidades que servem como hospedeiras para operações de mineração continuam a sofrer várias formas de violações de direitos humanos, com suas queixas amplamente ignoradas e não abordadas. A transição energética justa poderia ser apenas colocando as pessoas e o planeta no centro. Isso só aconteceria através de consultas significativas, participação e inclusão de comunidades marginalizadas e vulneráveis. As comunidades devem recuperar seu poder e desmantelar o modelo capitalista de mineração que mina suas vozes.

  • É necessária uma política industrial regional que inclua o beneficiamento mineral e a aglomeração regional para promover o investimento, o comércio e a livre circulação de pessoas entre os Estados-Membros. Por outras palavras, não devemos exportar os nossos recursos minerais para fora do continente e “recomprá-los a um preço mais elevado”.
  • O trabalho infantil e a exploração devem acabar, e as receitas dos minerais de transição devem ser canalizadas para políticas sociais sustentáveis que apoiem as crianças de famílias indigentes a aceder à educação subsidiada.
  • Devem ser promovidos regimes fiscais transparentes para travar a corrupção, a evasão fiscal e as desigualdades dentro e entre as nações.
  • Os Estados-membros da SADC devem adotar o Mecanismo de Reparação de Queixas para lidar com conflitos que possam emanar de regimes de tributação e mineração que não beneficiem as comunidades ou impactos prejudiciais envolvendo ASM e minerais de transição. Isso garantirá que todas as queixas e preocupações levantadas por várias partes interessadas em relação às operações de mineração sejam tratadas de maneira consistente e justa, ao mesmo tempo em que promove práticas de mineração responsáveis e sustentáveis que priorizam o bem-estar das comunidades locais e do meio ambiente.

8. PLANO DE DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGICO INDICATIVO REGIONAL DA SADC

Cientes do potencial transformador do Plano Indicativo de Desenvolvimento Estratégico Regional da SADC.

  • Encorajamos o Secretariado da SADC a expandir a participação dos NSAs (Actores não Estatais) nos processos regionais através da operacionalização total do Mecanismo Regional de Envolvimento dos NSA e da inclusão dos NSA nas consultas regionais e nos grupos de trabalho técnicos para documentar  a monitorização, a avaliação, os relatórios e as iniciativas regionais planeadas conforme descrito no RISDP ;
  • Exigimos o estabelecimento de um mecanismo de financiamento para facilitar a participação dos NSAs tanto a nível regional como nacional;
  • Instamos os Estados Membros da SADC a envolver os NSAs nos seus países nas Directrizes de Acreditação de NSA propostas, seguidas da aprovação atempada das directrizes na próxima reunião do Conselho de Ministros da SADC;
  • Exortamos os Estados Membros da SADC a acelerar a operacionalização dos Fundos de Desenvolvimento Regional e de Desenvolvimento Agrícola para garantir o apoio adequado à implementação do RISDP, particularmente no sentido de apoiar os pequenos agricultores e os sistemas alimentares diversificados nutritivos sustentáveis assim com as intervenções de SSR para adolescentes e pessoas jovens.

9. Movimentos Juvenis e Estudantis

O futuro dos jovens da região da SADC só poderá er alcançado através da paz, da liberdade, da justiça do respeito pelos direitos humanos.  A este respeito, queremos enfatizar que os jovens estão desapontados com a falta de visão e inconsistência das políticas e acções dos estados membros da SADC no que diz respeito ao empoderamento,  ao desenvolvimento,  à inclusão e plena participação dos jovens nos processos de tomada de decisão.

De resto, os jovens estão alarmados com a falta de vontade política para enfrentar os problemas perenes que os  afectam tais  como o alto nível de desemprego, as desigualdades,  a pobreza, a má gestão da migração e a mudança climática, bem como a “usurpação” do espaço democrático na região.

Os jovens, em contrapartida, resolvem:

  • Retaliar a importância da participação plena e efectiva da juventude e das organizações juvenis aos níveis local, nacional, regional e internacional na política,  na liderança e nos processos de tomada de decisão;
  • Desafiam o extractivismo , exijem justiça climática e assim como assumpção da propriedade total dos recursos naturais da região para o desenvolvimento centrado nas pessoas;
  • Exigem uma  educação descolonizada de qualidade acessível localmente e igualmente acessível na região;
  • Levam a cabo acções imediatas para permitir a livre circulação de bens e pessoas na região assim como ea remoção de vistos para permitir uma verdadeira integração e desenvolvimento regional.

SECRETÁRIO GERAL, MUATA SEBASTIÃO NO PALACIO PROVINCIAL DO BENGO

O Secretário-geral, Muata Sebastião, trabalhou na província do Bengo no dia 13 de julho, onde manteve um encontro de cortesia com Sua Excelência Governadora da Província, Maria Nelumba e na ocasião apresentou uma nova direção do partido a entidade máxima da província.

A acolhedora do Secretariado Nacional foi recebida às 9h30 minutos pela Governadora, Maria Nelumba e sua equipe. Depois da observância dos procedimentos protocolares o Secretário Geral começou por apresentar a equipa que o acompanhava, em seguida apresentou a nova Direcção do Partido na Província (Secretário Provincial, Gonçalves Sebastião Gomes, Presidente do Conselho Provincial, Helder Armando e Presidente do Conselho Fiscal, José Francisco Cahumba) tendo também explicado a importância dos órgãos do partido e sua integração no processo da democracia interna, “uma experiência que o BD pode emprestar ao país”.

A Governadora do Bengo mostrou-se aberta e disponível para cooperar com o BD nas diversas áreas. Falou sobre a importância dos partidos políticos no fortalecimento da cidadania na província, tendo reiteradas vezes afirmado que “gostava de fazer diferente e deixar a província melhor do que a recebia”. Assumiu também o compromisso de dar a conhecer as instituições públicas da Província sobre a existência do BD, nomeadamente ao Comando da Polícia Nacional e às Administrações municipais.

O Secretário Geral, além de apresentar a nova direção, também abandonou, de modo geral, os problemas socioeconômicos e políticos da província, essencialmente o problema do desemprego, o ensino, da juventude e do ponderadamente da mulher.

Após a apresentação da Direção do Partido ao Governo Provincial do Bengo, o Secretário Geral trabalhou na sede provincial com os membros do secretariado provincial, onde reafirmou o seu compromisso de trabalhar com as bases e apelou ao engajamento de todos os militantes para o funcionamento da máquina BD.
A convidada foi recebida pelo Secretário Geral Adjunto, Bento Mussulo, Secretário Nacional de Comunicação e Informação, Germano Candimba, Secretário Nacional Adjunto para a Organização e Mobilização, Vunge Dias e a Coordenadora da Mulher Bloquista, Rosalina Kanga.

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PRESIDENTE DO PARTIDO, FILOMENO VIEIRA LOPES FALA SOBRE AS AUTARQUIAS NO HUAMBO

O Presidente Filomeno Vieira Lopes, dissertou na quinta-feira, 29 de junho a temática” O contexto das eleições em Angola: Política, Governação e primado da Lei necessidade de desenvolvimento” no Fórum Regional para o Desenvolvimento (FORDU) na província do Huambo.

Ainda no Huambo, o Presidente reuniu-se com os líderes das organizações de moto taxistas no Hotel Tchimina, onde ouviu as preocupações das organizações. Visitou o Município do Cuma e da Cahala, onde se reuniu com os militantes locais. E n o final da sua estadia, realizou uma visita de constatação ao Hospital Regional do Huambo, onde foi recebido pelo administrador do hospital.

BD MARCA PRESENÇA NA CONFERÊNCIA SOBRE GEOPOLÍTICA E SEGURANÇA NACIONAL – GOVERNO SOMBRA UNITA

Sob a iniciativa do Governo Sombra da UNITA, no dia 04 de Julho, realizou-se em Luanda a conferência sobre Geopolítica e Segurança Nacional, fórum que, através de uma abordagem holística do tema, visou abrir uma arena para discutir e reflectir sobre diversos aspectos pertinentes à Segurança Nacional e ao Estado Democrático de Direito e sobre as ameaças que pairam sobre o País no atual contexto geopolítico.

O BD foi convidado e representado pelo Presidente Dr. Filomeno Vieira Lopes , o secretário Geral Dr. Muata Sebastião , Dr. João Alfred Adão (Baruba), membro do Conselho Nacional e Germano Candimba , Secretário Nacional para Comunicação.

Estiveram em abordagem, no primeiro painel, os subtemas Geopolítica e Geoestratégia – Reflexos sobre a Segurança Nacional; Defesa Nacional no Presente contexto Geopolítico –Papele das forças Armadas Republicanas; Papel dos Serviços de Inteligência na Consolidação do Estado Democrático de Direito.

O segundo e último painel, abordou as temáticas do Narcotráfico e Branqueamento de Capitais – Implicações sobre a Segurança Nacional; Fundamentalismo Religioso – uma Ameaça à segurança Alimentar – Impacto sobre a Segurança Nacional.

SECRETARIADO NACIONAL DO BD EMPOSSA NOVOS MEMBROS

O Secretariado Nacional do BD procedeu hoje, 31 de maio de 2023, a realização da cerimônia de posse de novos membros. Foram nomeados para os cargos de secretários Nacionais e Coordenadores dos seguintes companheiros:

1. João Bento Mussulo para o cargo de Secretário Geral Adjunto e Coordenador do Gabinete de Mobilização Eleitoral.

2. Amarildo da Costa Campos para o cargo de Secretário Nacional para os Assuntos Cívicos e Parlamentares.

3. Benjamin Bunga para o cargo de Secretário Nacional para Organização e Mobilização.

4. José Dias Vunge para o cargo de Secretário Nacional adjunto para a Organização e Mobilização.

5. Martins Carlos Funete para o cargo de Coordenador da Comissão de gestão e Reestruturação da Província de Luanda.

6. Horácio Nsimba Paulo Afonso para o cargo de Secretário Nacional para as Relações Internacionais e Coordenador Adjunto da Comissão de Gestão e Procedimento da Província de Luanda.

7. Rosalina António Kanga para o cargo de Coordenadora da Comissão e Reestruturação da Mulher Bloquista.

8. Orlanda Macedo para o Cargo de Coordenadora Adjunto da Mulher Bloquista.

9. Helena Nora Celestino para o Cargo de Coordenadora da Mulher Bloquista para a Região Leste.

10. Adília Singue para o Cargo de Coordenadora da Mulher para a Região Sul.

11. Marta Rosa para o Cargo de Coordenadora da Mulher para a Região Centro.

12. Delfina Carlos para o Cargo de Coordenadora da Mulher para a Região Norte.

13. Sebastião da Conceição Roberto para o cargo de Secretário Nacional para Formação de Quadros.

14. Sebastião João para o cargo de Secretário Nacional adjunto para Formação de Quadros;

15. Germano Evaristo Soares Candimba para o cargo de Secretário Nacional para Comunicação e Informação;

16. Pedro António Francisco para o cargo de Secretário Nacional Adjunto para Comunicação e Informação.

Os recém-empossados ​​agora assumem a responsabilidade de cuidar de uma nova dinâmica ao órgão executivo do Bloco Democrático.

Por ocasião do Secretário Geral do BD, no seu discurso, disse que o ato enquadra-se no âmbito do processo de sucesso do Partido, com ele se pretende trazer maior dinâmica na ação do partido, face aos grandes desafios que o BD tem na sua agenda, do mesmo modo chamou atenção aos novos membros do Secretariado Nacional sobre a necessidade de exercerem as funções que assumem com zelo e responsabilidade.

Vale lembrar que o Secretariado Nacional é o órgão do Bloco Democrático que tem a incumbência de executar toda a sua ação política.

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